Soprar velas

HelenaHoje faço anos! Quarenta e poucos.

Caramba, isto passou rápido?! Vasculhava entre as memórias fotográficas e reparei que não tenho nenhum instante onde esteja a soprar as velas. Decidi hoje fazê-lo. Andei durante a tarde à procura daquelas velas antigas, pequeninas, que se vendiam à caixa. Mas nada. Nada de velas. Bem, sopraria das outras.

Mas sabem, na vida, o que não tem de ser, transforma-se em algo muito melhor, a maioria das vezes. Então, não é que no meio da confusão de memórias cansadas, a minha mãe pensou que ia eu buscar o bolo encomendado – chocolate e coco, uma delicia! – e eu, sem disponibilidade de carro, achei que, como combinado, iria ela. Às oito da noite, quando nos lembramos, já a confeitaria estava fechada e ninguém havia trocado os telefones para evitar um esquecimento destes. Conclusão: não houve bolo!

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Houve mousse de chocolate, uma verdadeira luxúria do paladar, e muitos frutos silvestres. Também não houve velas! Mas flashes de telemóveis e isqueiros acesos que se apagaram com a alegria de renovação e de luz que é o que desejo para este ano que começa.

É que sabem, eu sou assim … Preciso me reinventar a toda a hora, é que senão, senão, eu própria não me aguento!

Sobre coisas instantâneas … estas selfies foram tiradas na hora do momento … tremidas, desfocadas, sem retoques, nem filtros … com todas as rugas e olheiras que carrego comigo, mas também com alegria e esperança!

mh

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